Nov 18, 2019 Última Atualização em: 6:39 PM, Nov 5, 2019
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Karine Moraes

Karine Moraes

Fundada em 24/01/1984, é uma associação de direito privado, representativa e orientadora, com fins não econômicos e congrega entidades representativas de aposentados, pensionistas e idosos, quaisquer que sejam as suas origens profissionais, tendo como foro, sede e administração a cidade de Porto Alegre – RS, com jurisdição em todo o território do Estado do Rio Grande do Sul...

FETAPERGS realiza Processo Eleitoral

No dia 8 de dezembro, atendendo determinações estatutárias, a Fetapergs realizou o processo eleitoral para nova Diretoria Executiva e Conselho Fiscal, gestão 2017-2020. A chapa eleita será empossada no dia 24 de janeiro de 2017, Dia Nacional do Aposentado.

DIRETORIA FETAPERGS 2017-2020 – 12º MANDATO

Presidente   José Pedro Kuhn - Lajeado/ATAPEL

1º Vice           Ady Rodrigues de Ávila -   Camaquã/AAPCAM

2º Vice           Carlos Olegário Machado Ramos - Canoas/ATAPEC

3° Vice           Ernesto Erlo - Caxias do Sul/AAPOPECS

                       

Diretor Secretário  Léo Carlos Altmayer - Igrejinha/ATAPI

2° Dir. Secretário     Sérgio Antônio Vieira - POA/AURA

3° Dir. Secretário     Charles Raul Hoffmann - São Leopoldo/ATAPENSL

                       

Diretor Financeiro Calixto Silveira Luz - Taquara/AAPT

2°Dir. Financeiro     João Francisco Sarmento - São S. do Caí/AAPCAÍ

3°Dir. Financeiro     Germano F. Kelber - Santa Cruz/APOPESC

                       

Suplentes de Diretoria    

Rui Gastão S. de Oliveira  - POA/AACRT

Ivo Pacheco - Passo Fundo

Adão Lacerda - Guaíba/ATAPERG

Franklin C. de Carvalho - POA/AFSR

Verci Antunes Ferreira - Santo Ângelo/ARBAPESA

Valdomiro Moura da Silva - Tupanciretã/ASSAPEN

Élbio Souza Cidade - São Borja/ATAPESB

Itamar Silva Dos Santos - Viamão/ATAPIV

Jorge Luiz Alves - Tapes/AIAPT

Rui Hari Matté - Erechim/ATAPERS

                       

Conselho Fiscal

Antônio Carlos P. Bueno  - Gravataí/ASAPEG

Zeno Altenhofen - Sapiranga

Osvaldo Sosso - Guaporé/ASTAPENGUA

                      

Suplentes de Conselho Fiscal 

Irma Lima Markus - Frederico Westphalen

Érico Santo Spolavori Bombardeli - Sapucaia/USAPEN

Darci Cerutti - Soledade/APOPESOL

IMG 6697 mod  Comissão Eleitoral

Índice de reajuste do salário mínimo é de 7,5%

O teto do INSS deverá subir dos atuais R$ 5.189,82 para R$ 5.578

O Congresso Nacional aprovou na quinta-feira, 15 de dezembro, a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2017. O texto prevê um aumento de 7,5% do salário mínimo, que passará de R$ 880 para R$ 945,80 no ano que vem. Por lei, o salário mínimo tem reajuste maior, o valor é calculado pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulada no ano de 2016 (estimada em 7,5%), mais a taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) apurada pelo IBGE em 2015 (o PIB foi de -3,8%).

Já os benefícios do INSS acima do piso recebem só a correção da inflação. Porém, como o país não cresceu em 2015, o piso e as aposentadorias maiores terão só o reajuste da inflação.

O aumento do salário mínimo é definido por decreto presidencial, que costuma ser publicado nos últimos dias do ano. Já o das aposentadorias só sairá no dia 11 de janeiro, quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar a inflação de 2016. O índice usado na correção dos benefícios é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC)

Fontes: Valor Econômico e G1

Grupo protesta na Capital contra proposta de reforma da Previdência

Organizado por advogados, ato ocorreu na Redenção, em Porto Alegre e contou com a participação

da FETAPERGS e das Associações de Aposentados de Viamão e Novo Hamburgo

Por Cleidi Pereira

Dezenas de advogados e aposentados participaram, na tarde deste domingo, em Porto Alegre, de um protesto contra a proposta de emenda à Constituição (PEC) 287, que trata da reforma da Previdência Social. Com faixas, cartazes, buzinas e megafone, o grupo se concentrou no Monumento ao Expedicionário, no parque Farroupilha (Redenção), distribui panfletos e depois saiu em caminhada pelo local.

A manifestação foi a primeira convocada pelo Movimento pela Verdade na Previdência e ocorreu em outras cidades do país. No Rio Grande do Sul, houve protesto em Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo. Segundo os organizadores, cerca de 300 pessoas participaram do ato na Capital.

De acordo com o advogado Tiago Kidricki, 36 anos, o PEC 287 é "muito radical" e irá penalizar os trabalhadores, ao estabelecer uma idade mínima de 65 anos para aposentadoria, além da necessidade de contribuir por 49 anos para ter direito a 100% do benefício.

— Essa proposta fere direitos fundamentais, cláusulas pétreas da Constituição. Não somos contra melhorar a Previdência, mas não dessa forma — disse.

Para o advogado Charles Pacheco, antes de apresentar a proposição, o governo federal deveria debater o tema com a população. Especialista em direito previdenciário, ele questiona o argumento do governo de que há déficit e afirma que a PEC compromete o futuro desta e das próximas gerações.

— O que nos defendemos é que uma reforma tão profunda como essa não pode ser feita de forma afobada.

Na última quinta-feira, após quase 12 horas de debates, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou na madrugada, por 31 votos a favor e 20 contra, o parecer do deputado Alceu Moreira (PMDB-RS) pela constitucionalidade da PEC 287.

 Agora, a próxima etapa será a criação de uma comissão especial para debater o mérito da proposta, que estabelece que o trabalhador precisa atingir a idade mínima de 65 anos e pelo menos 25 anos de contribuição para poder se aposentar.

Fonte: Zero Hora

Reforma da Previdencia  Felix Zucco Agencia RBS

Manifestação Contra a Reforma da Previdência em Porto Alegre

Dia 18 de dezembro, domingo, a sociedade brasileira irá para as ruas para manifestar contra à PEC 287/2016 que trata da Reforma da Previdência. 

Em Porto Alegre, a concentração iniciará às 14h30 no Parque da Redenção em frente Monumento do Expedicionário.

Vamos todos em defesa dos direitos dos trabalhadores e segurados da Previdência Social.

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O fim da aposentadoria

Por Juremir Machado

Vamos parar de enrolar a população: o STF havia decidido com maioria de seis votos que qualquer réu em processo penal não poderia presidir o Senado ou a Câmara dos Deputados, ou seja, estar na linha sucessória do presidente da República. Não havia isto ou aquilo. Era réu e ponto. Aí veio o caso Renan e o STF amarelou, pipocou, mostrou os fundilhos. O decano Celso de Mello prestou-se a um papel vexatório. Foi na frente para indicar a virada de mesa.

O STF conseguiu transformar Renan Calheiros em salvador da pátria.

Nada de novo. O STF legitimou o golpe contra Dilma.

Em 2017, deve ajudar a derrubar Temer para entregar o poder aos tucanos.

Por enquanto, opera para que o trabalho sujo das reformas seja feito.

Entre elas, a reforma da Previdência, que mata o candidato à aposentadoria para resolver o rombo das contas.

André Gorz falou em adeus ao proletariado.

Temer dá adeus ao aposentado.

Fica assim num resumo mais alentado. Nova lei: a ilegitimidade dá legitimidade para a aprovação de planos perversos. Parece que certas coisas só podem ser feitas por quem não foi eleito para o cargo ou, ao menos, não submeteu seu programa ao crivo do eleitor, esse ser com mania de pensar nos seus interesses como se fosse um empresário preocupado com seus negócios. O eleitor não é confiável. Tem essa mania de direitos adquiridos.

Aos fatos. O projeto do governo Michel Temer para a reforma da previdência é um tratado geral de maldade. Fica mais perverso ainda na medida em que é bancado por um presidente e por ministros que se aposentaram pouco depois dos 50 anos de idade e que até há pouco ganhavam acima do teto constitucional. Sejamos franco: o projeto praticamente acaba com a aposentadoria integral, mesmo pelo baixo teto do INSS, no Brasil. Para ter o benefício integral será preciso trabalhar 49 anos, dos 16 aos 65 anos. Jovens de classe média, que começam a ter carteira assinada pelos 23 anos, terão de trabalhar até os 72 anos para embolsar algo em torno de cinco mil reais por mês.

Na prática, cada um perderá pelo menos 20% do pouco que poderia receber. O governo montou uma máquina de chantagem para assustar a população: é isso ou o fim da previdência. Jornalistas globais, que ganham salários acima dos cem mil reais mensais, afirmam que se trata de medida cívica e salvacionista. Uma apresentadora chapa branca chegou a dizer: “Nós precisamos aprovar esse projeto”. Depois, corrigiu-se: “O governo preciosa…” Num país continental, com a expectativa média de vida no Nordeste incapaz de superar os 67 anos, será, para milhões de brasileiros, o fim da aposentadoria. A morte, que é ágil e econômica, chegará antes. Sem dúvida, é uma forma original e eficiente de resolver o chamado rombo da previdência.

As pensões de viúvos cairão pela metade. O homem deixará de ser ludens e demens para ser exclusivamente faber. Viverá para trabalhar até a morte. Só a loucura poderá salvá-lo do destino de peça na engrenagem econômica. Ao longo da vida de produtor da riqueza alheia será adestrado para consumir tudo o que não precisa. O sistema está treinado para rebater críticas à ideia de falsa necessidade alegando que o desnecessário para uns pode ser necessário para outros, inclusive 56 tipos diferentes de capas de celular. É possível que o governo esteja radicalizando para negociar. A idade mínima para aposentadoria dada a complexidade brasileira deveria ser de 60 anos.

Se alguém tinha dúvidas agora já sabe a razão do afastamento de Dilma Rousseff. O esclarecimento continuará com a reforma trabalhista. A modernidade requer sacrifícios de parte da plebe. Acontece que a elite não suportaria viver fora do seu padrão. Imagino o desconforto de Adriana Anselmo, ex-primeira dama do Rio de Janeiro, acostumada a joias caras pagas com dinheiro público. A infeliz terá de secar roupas íntimas numa basculante de presídio em Bangu. Reformas como essa da previdência sacrificam a maioria para poupar os poucos que só sabem viver nas alturas. Faz sentido. Pura perversão. Mas perversão precisa do aval da mídia para se tornar uma saída.

Adeus aos aposentados.

A morte nos salvará.

Fonte: Correio do Povo

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